sábado, 31 de dezembro de 2011

"Canibahia": recorrências da baía!




“Só me interessa o que não é meu.Lei do homem. Lei do antropófago...
Chegamos ao aviltamento. A baixa antropofagia aglomerada nos pecados de catecismo – a inveja, a usura, a calúnia, o assassinato. Peste dos chamados povos cultos e cristrianizados, é conta ela que estamos agindo. Antropófagos”

Oswald de Andrade, Manifesto Antropófago, 1928.



Final de tarde. Barravento. Vista maravilhosa para o Farol da Barra, palco do carnaval baiano, motivo de orgulho dos nativos da terra da felicidade.
Defronte ao gole de chopp, depois de uma garfada de carne seca desfiada com farofinha, qualquer olhada dá de frente com a imagem sorridente  de uma das rainhas da festa, Daniela Mercury. Ocupando toda a parede lateral do Hotel Monte Pascoal, ali estava a reprodução da capa de seu novo CD/DVD intitulado “Canibália - ritmos do Brasil”.
Será a Bahia, pois, a própria “Canibália”, terra da alegria canibal?
Recorrendo ao comodismo da wikipédia, vê-se que “canibalismo é um tipo de relação ecológica em que certas espécies de animais se alimentam de indivíduos da mesma espécie. Segundo alguns investigadores, essa prática terá resultado da evolução das espécies, com o objetivo de eliminar os indivíduos menos aptos, por exemplo, provenientes de uma ninhada em que alguns filhotes saem dos ovos defeituosos ou imaturos”.
A enciclopédia eletrônica ainda anota que se você procura pelo canibalismo entre seres humanos, veja Antropofagia.
Fazendo as contas, não dos chopps, que foram dois ou três, mas da história recente envolvendo o ano que chega, não demora para lembrar que em 2012 se competam 90 anos da Semana de Arte Moderna de 1922, marco simbólico do modernismo inaugurado entre os falantes culturais da terra de Macunaína.
Como a beldade baiana já homenageou a tropicália, agora seria a vez de reverenciar o espírito antropofágico nacional, variante do canibalismo mais do que nunca elevado às glórias das grandes realizações humanas.
O pior é que as fraturas mentais e as quebras do mais elementar bom senso têm comprometido de tal forma a possibilidade de algum discernimento inteligente que tudo passa a  significar o seu próprio oposto, num carnaval de sentidos e significações contraditórias que confundiriam até o mais sanginário canibal.
Ora, se canibalismo parece se coadunar com o objetivo “natural” de eliminar os indivíduos menos aptos de uma mesma espécie, trazer ao plano cultural das produções forçadas e turbinadas por cifrões homenagens a uma “canibália” nacional só pode significar um canibalismo da própria plataforma politicamente correta que anima a mediocridade reinante.
O canibalismo cultural, epítome da “canibália” mercuryana, seria ele próprio o paradoxo e o desmascaramento da festejada multidiversidade democrática, onde todos os ritmos e possibilidades teriam lugar e expressões garantidas. Afinal, quais seriam os índividuios e práticas culturais menos aptos a serem canibalizados na catarse medonha?
Ou será ainda que a própria concepção idealizada de canibalismo, tanto em seu sentido biológico como cultural, não estaria comprometida com uma inversão da própria perceção da realidade tal como ela se apresenta? Não seriam a antropofagia e a “canibália” exemplos de regresões drasticamente humanas, o inverso exato de qualquer evolução real de um ser chamado homem?
Como recorrência de antigos canibalismos, o carnaval da Bahia não esconde sua impossibilidade de saciar o grito do queremos mais. O materialismo hedonista, hipostáse de antropofagias arcaicas, por mais que queira, não consegue devorar a metafísica de fundo de todos os desejos.
A foto gigantesca de Daniela traz marcas indeléveis do que causa o tempo no semblante de qualquer pessoa, mesmo de uma pop star muito bem produzida e maquiada. Talvez tenham passado despercebidas para os marqueteiros da trupe festiva, mas aquelas marcas devoram qualquer orgulho por um canibalismo passado ou resgatável na imaginação alienante de alguns.
O tempo, ao deixar suas marcas, marca de morte o morticínio simbólico ou não dos canibalismos de toda a espécie. Estes recorentes saudosismos, como se fosse possível retardar o envelhecimento para frente, lembram a pretensão tola, porque impossível, da baía em querer canibalizar (ou seria anticanibalizar?) o mar.
A Bahia, como qualquer baía, não pode devorar o oceano.

Miguel Brito



sábado, 24 de dezembro de 2011

Natal que ilumina o Espelho e a Máscara


Nada pode explicar ou traduzir o evangelho.
Esquemas explicativos, ou melhor, caricaturas discursivas abrigadas na fórmula recorrente que faz dizer “o evangelho segundo isto ou aquilo..” são apenas desdobramentos naturais da tagarelice humana, aliás, bem pré-figurada na passagem descritiva do natal do evangelhista Lucas: depois que os anjos voltaram aos céus, os pastores disseram entre si – vamos até Belém ver o acontecido e o que o Senhor nos deu a conhecer”.
Todos os discursos e falas dos homens, suas ciências e técnicas, suas filosofias e construtos ideológicos, suas teologias e outras tantas logias ou ismos não passam então de ditos trocados entre si pelos pastores - os pastores do ser como diria Heidegger, os que da linguagem fazem a sua casa.
Se “Belém” significa “casa do pão”, a casa do ser, a linguagem, é o espaço e o campo dos seus pastores, os guardadores dos ditos que trocam entre si.
A novidade é que se vai a Belém e ao campo da linguagem para se ver o acontecido, ante-sala para ver “o que o Senhor nos deu a conhecer”.
No fundo, por trás de todo o turbilhão das falas e do alvoroço das línguas, permanece o silêncio de quem testemunha o acontecido, ponto de partida para o anúncio e para a escuta.
Por isto, a nova fala sabe que só se pode dizer mesmo “qualquer logia ou ismo segundo o Evangelho”, e não o inverso dos ditos antigos.
O Natal tudo ilumina.
O Natal ilumina e dá sentido, por exemplo, ao texto cabalístico “O Espelho e a Máscara”, de Jorge Luís Borges.
O Evangelho ilumina e dá sentido, por exemplo, aos mistérios da Cabala – mas isto fica para um outro texto.  

Feliz Natal!

Glossário Minuto

Feliz – afortunado, favorecido, abençoado pelo Senhor
Natal – nascimento, natalício

Desejar “feliz natal” é também lembrar que nascer (nascer de novo) é ir à “casa do pão”(trabalho) para “ver o acontecido” e “o que o Senhor nos deu a conhecer”. Esta é a grande benção e felicidade

Miguel Brito.

O Espelho e a Máscara


ENTRE O PENSAMENTO E A LINGUAGEM


É possível pensar sem linguagem? Ou, inversamente, existe linguagem sem pensamento anteriormente dado?
De fato, o tema recorrente acerca das relações entre pensamento e linguagem continua uma questão em aberto e não é à toa que se constitui como uma das mais caras empreitadas da velha e boa filosofia.
E então, por alguma razão aparentemente desconhecida – talvez aí mesmo esteja a chave para a compreensão de um enigma que acaba levando à pergunta pelas origens, o começo primordial – pensar a linguagem e linguajar o pensamento faz lembrar um dos mais intrigantes textos de Jorge Luís Borges, o velho mago de Buenos Aires.
A preciosidade resgatada do fundo da memória, quem sabe por um engenhoso sistema de conexões simbólicas e funcionais, traz um Borges mais inspirado do que nunca no seu O Espelho e a Máscara (*).
Preliminarmente, chama à atenção a própria estruturação do texto borgiano: uma introdução e o encontro entre o rei e o poeta, os três discursos e o final enigmático.
Ora, de saída não seria exagero tomar o encontro do Alto Rei com o poeta como uma figuração possível para o "encontro" originário entre a realeza do pensamento
"Travada a batalha de Clontarf, na qual foi humilhado o norueguês, o Alto Rei falou com o poeta e disse:
- As proezas mais ilustres perdem seu brilho se não se valorizam em palavras. Quero que cantes minha vitória e minha loa. Eu serei Enéias, tu serás meu Virgílio. Acreditas que serás capaz de acometer essa empresa que nos fará imortais?
e a erudição, a abrangência e as limitações do poeta - linguagem
- Sim Rei, disse o poeta - Eu sou o Ollan. Durante 12 invernos cursei as disciplinas da métrica. Sei de memória as 360 fábulas que são a base da verdadeira poesia. Os ciclos de Ustler e de Munster estão na corda de minha harpa. As leis me autorizam a prodigalizar as vozes mais arcaicas do idioma e as mais complexas metáforas. Domino a escrita secreta que defende nossa arte do indiscreto do vulgo. Posso celebrar os mares, ou roubos de gado, as navegações, as guerras. Conheço as linhagens mitológicas de todas as casas reais da Irlanda. Possuo as virtudes das ervas, a astrologia judiciária, as matemáticas e o direito canónico. Derrotei meus rivais em certame público. Adestrei-me na sátira, que causa enfermidades na pele, inclusive a lepra. Sei manejar a espada, como o provei em tua batalha.
Só uma coisa ignoro: o agradecer o dom que me fazes.
O texto é a cena do encontro. As remissões ao passado e aos feitos de cada um - Alto Rei e poeta, ou pensamento e linguagem - contam ali no momento único da recitação das loas. Não cabe aqui falar em génese de um ou do outro, escapa ao texto, foge do que aqui se trata (ou talvez não há como tratá-lo enquanto texto). Importa, sim, na cena da corte: o Alto Rei, o Poeta, O Pensamento e a Linguagem.
Prosseguindo, então no desdobramento dos discursos proferidos pelo poeta, se destaca a misteriosa tendência de esvaziamento e aniquilamento do que se diz. Parece haver na trajetória da primeira à última recitação um irreversível processo de profanação do sagrado que leva à cena final de um silêncio enigmático, cúmplice entre o Rei e o Poeta, entre o Pensamento e a Linguagem.
Ainda no aniquilamento progressivo das loas cantadas, com a perda crescente da memória e da segurança originais, se vê um poeta sendo sucessivamente brindado, primeiro com um espelho de prata, depois com uma máscara de ouro, e por fim com uma adaga mortal.
A imagem é forte e o jogo permite as mais variadas combinações: o espelho de prata tanto cabe ao rei que ofertou como ao poeta que o recebeu. Ou seja, tanto o pensamento como a linguagem, assumem por vezes a expressão de "espelhos" - espelhos de quem (ou de que) ? espelhos entre si? ou, o que dizer do espelhamento pensamento versus linguagem?
Ou, ainda, como, neste espelhamento, saber do modo com que se fala do mundo? Por outro lado, a quem caberia a máscara de ouro? Parece que tanto ao rei como ao poeta, ou dito de outra forma, tanto o pensamento como a linguagem também mascaram (o mundo?) ainda que da forma mais dourada possível.
E o próximo passo é a cena final da profanação que une o Alto Rei e o Poeta, o Pensamento e a Linguagem, num sacrifício inevitável de expiação:
O poeta disse o poema. Era um só verso.
Sem se animar a pronunciá-lo em voz alta, o poeta e seu Reio saborearam como se fosse uma prece secreta ou uma blasfémia. O Rei não estava menos oprimido que o outro; ambos se olharam, muito pálidos.
(.....)
- No alvorecer - disse o poeta - despertei dizendo umas palavras que, a princípio, não compreendi.Essas palavras são um poema. Senti que havia cometido um pecado, talvez o que o Espírito não perdoa.
- O que agora compartilhamos os dois - murmurou o Rei - O de haver conhecido a Beleza, que é um dom vedado aos homens. Agora nos toca expiá-lo. Dei-te um espelho e uma máscara de ouro; eis aqui o terceiro presente, que será o último.
Pôs em sua mão direita uma adaga.
Do poeta, sabemos que se deu morte ao sair do palácio; do Rei, que é um mendigo que percorre os caminhos da Irlanda, que foi seu reino, e que nunca repetiu o poema".
Pensamento e linguagem. Como pensá-los ou como dizê-los separadamente? É difícil conceber-lhes distintamente, a não ser como remissão ao que não se constata na cena. Afinal, não importa ao "texto" tomá-los isoladamente, se ao final da profanação ambos estarão irremediavelmente comprometidos numa cumplicidade mortal.         
Aliás, o que seria a profanação que leva à trágica morte do poeta e da linguagem e ao despojamento em farrapos de um rei e de um pensamento que viram mendigos? A linguagem morre com a mendicância e a penúria do pensamento?

(*) Este comentário é uma adaptação de artigo original de março/2006 intitulado “O Espelho e a Máscara: em torno das relações entre pensamento e linguagem”. O texto de Jorge Luís Borges consta da obra O Livro de Areia, São Paulo:Globo, 1999.

Miguel Brito

sábado, 17 de dezembro de 2011

A Comissão da Verdade no país da verdade da comissão



A turma de 68 e a claque em geral, reunindo todos aqueles que adoram sair bem na foto, continuam entoando loas à Comissão da Verdade que vem por aí, fruto da aprovação de projeto de lei já sancionada pela presidente Dilma.
A idéia, agora transformada em lei e em comissão de verdade, insuficiente, ressaltam os mais democráticos, ao menos poderá significar o resgate da memória do desrespeito aos direitos humanos perpetrado neste país em ditaduras ocorridas em passado recente.
De fato, limitar o alcance temporal do objeto de investigação de qualquer comissão que pretenda averiguar e esmiuçar fatos e documentos históricos é condição elementar para algum êxito na empreitada. No entanto, o óbvio também ajuda a mascarar os interesses, sejam políticos, ideológicos ou de qualquer outra denominação, que movem a ação pública em qualquer contexto histórico.
Pois bem, a Comissão da Verdade terá, ao que parece, a tarefa gloriosa de “construir” a verdade acerca do recorrente desrespeito aos direitos humanos, limitando-se então, aos marcos do fim do Estado Novo e da Ditadura Militar inaugurada com o golpe de 64. Trabalho árduo, sem dúvida, o que talvez justifique deixar para depois (ou deixar para lá) a investigação igualmente necessária acerca do que tem ocorrido neste campo depois do fim da era dos generais verde oliva.
Um pouco de matemática, para o bem da comissão.
A ditadura militar (a última) durou 21 anos, com a passagem do governo ao paisano Sarney em 1985. Na contabilidade macabra dos generais estão cravados números tristes: centenas de mortos (quase 400 adversários do regime) e outros tantos de presos e perseguidos. Os outros 100 mortos de responsabilidade dos que queriam um mundo melhor ninguém sabe onde classificar direito. Não é objeto de estudo da Comissão da Verdade.
Na economia, goste-se ou não, houve sim um período de crescimento sustentado, conhecido como “milagre brasileiro”, com taxas de crescimento do PIB superior a 10% ao ano. Era a época de ouro do czar Delfim Neto, ainda muito consultado nas hostes governamentais quando o assunto é macroeconomia.
Hoje, a jovem democracia brasileira já tem mais de 26 anos de experiências, libidinosas ou não, com o que há de mais moderno no mundo do século XXI.
Por justiça, então, a cada período histórico sua contabilidade própria, seu balanço geral. Aquelas centenas de cruzes produzidas por agentes do Estado na ditadura militar constituem um passivo sem resgate.
No entanto, há um passivo ainda maior nos dias atuais e parece que a responsabilidade moral pela morte de mais de 40 mil brasileiros/ano por meio de uso de arma de fogo não interessa a ninguém.
Mas o raciocínio é simples: na ditadura militar (a era Vargas fica para outra oportunidade) ocorreram quase 400 homicídios de responsabilidade do Estado (durante 21 anos) em decorrência da repressão a grupos políticos e militantes armados ou não. O governo ditatorial responsável pelas mortes foi superado pela democracia. Agora, em pleno regime democrático, que superou a ditadura (graças a Deus!), ocorrem mais de 40 mil homicídios por arma de fogo em apenas um ano. A responsabilidade pelas mortes só pode ser atribuída ao estado em que se encontra a sociedade atual.
Antes, ao Estado se imputava a responsabilidade direta pelos crimes. Agora, os crimes se dão numa geléia geral e difusa que caracteriza o estado de abandono que marca a sociedade de hoje. Mas, o que houve entre a superação de um modo de Estado, objetivamente culpado pela morte de adversários políticos, e a consolidação de um estado de coisas em que ninguém é responsabilizado e punido pessoalmente por coisa alguma? 
Queriam ou não, houve sim uma passagem, talvez até uma revolução, mais do que cultural, quem sabe nas cercanias de uma mutação antropológica do homem brasileiro, que explica este estado de coisas.
A banalização da corrupção, a verdade da comissão que a Comissão da Verdade vai ignorar, é apenas a epiderme da degenerescência espiritual que impregna a sociedade brasileira. A destruição cultural, uma das expressões mais visíveis da destruktion  heideggeriana, com condimentos de gramscismo, sucesso comprovado no Brasil, é, paradoxalmente, também tarefa de construção de vampiros sociais que se espelham nos cadáveres e nas vítimas, em todos os níveis, da violência urbana turbinada pelo trafico de drogas e armas em escala planetária.
Ora, esta inserção gloriosa do Brasil neste admirável mundo novo tem um percurso histórico que também leva inexoravelmente a maio de 68. Os que só queriam mudar o mundo chegaram ao poder sim, no Brasil e no resto do mundo.
Com eles nas posições de mando se aprende também que uma comissão de(a) verdade ajuda a disfarçar a mentira atroz que leva à disseminação geral de um sentimento de culpa, quando muito, socializado ao máximo, ardil suficiente para evitar a responsabilização moral pessoal e intransferível que cada consciência insiste em ignorar.    

Miguel Brito


domingo, 11 de dezembro de 2011

Não havia lugar para eles na sala




E assim, quando eles estão lá,
os dias de sua gravidez se completam.

Ela dá à luz seu filho, seu primogênito.
Envolve-o em faixas e o deita
em uma manjedoura,
pois não havia lugar
para eles na sala.

                                    Evangelho de Lucas, 2, 6-7
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Enquanto isto, outros têm lugar garantido na sala. Basta ligar a TV:
Revista Veja de 7 de dezembro de 2011
O ministro do STF José Dias Toffoli deu um voto memorável no julgamento de ação direta de inconstitucionalidade movida pelo PTB contra um dispositivo do Estatuto da Criança e do Adolescente que obriga as rádios e televisões a transmitir programação em horário determinado, seguindo classificação feita pele governo. "Chegou a hora de o cidadão deixar de ser tutelado pelo estado", disse o ministro. "É fundamental que a sociedade atraia para si essa atribuição, cabendo ao estado incentivá-la nessa tomada de decisão, e não domesticá-la."


ETERNO ENQUANTO DURE
Como foram os bastidores da separação, só profissional, de Fátima e Bonner. Ele chorou e a Globo resistiu, mas ela bateu o pé: terá um programa matinal próprio



Mudar para renovar é o nome do jogo de qualquer programa de televisão. O Jornal Nacional está no ar desde 1969, e Fátima e Bonner o apresentaram em conjunto durante treze anos e nove meses. Seguindo desejos detectados por pesquisas de opinião, Fátima e Bonner nos últimos anos imprimiram um ar cuidadosamente mais informal...
 por João Bastista Jr.

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Ele e Tereza Cristina querem fazer qualquer coisa em troca do silêncio de ... A protagonista de Fina Estampa vai inventar uma desculpa para dispensar o ...





A vida amorosa dos personagens de Fina Estampa é realmente uma novela. ... Clique na aba e confira o "troca-troca" dos casais de Fina Estampa.



Marcela (Suzana Pires) já sabe o segredo de Tereza Cristina (Christiane Torloni) e não vai descansar enquanto não lucrar com essa história. ...



Íris vai procurar Tereza Cristina e mais uma vez exige dinheiro em troca das fotos. ... René Dalton Vigh e Tereza Cristina Christiane Torloni Fina Estampa ...


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Miguel Brito